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Vereadora Juliana Alves abre a segunda Sessão Ordinária em Ouvidor com cobranças por melhorias

Na noite desta segunda-feira, 9 de março, a vereadora Juliana Alves, presidente da mesa diretora da Câmara Municipal de Vereadores de Ouvidor, deu início à segunda Sessão Ordinária da legislatura em exercício. A sessão teve início com a leitura de um trecho do evangelho, seguida pela leitura da Ata da sessão anterior, que foi aprovada por unanimidade pelos parlamentares. Sob a liderança de Juliana Alves, os vereadores se reuniram para discutir demandas da população, com destaques para medidas de segurança, infraestrutura e políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência.

Entre os principais encaminhamentos, Juliana Alves protocolou um requerimento para a instalação de uma tela de proteção na quadra de areia do Bosque Municipal, visando ampliar a segurança de atletas, moradores e pedestres que frequentam o espaço. Já os vereadores Jorginho e Cleitinho do Oribaldo encaminharam um pedido à Goinfra solicitando providências urgentes na ponte da GO-330, que liga Catalão a Três Ranchos e se encontra em estado precário de estrutura. Na área da saúde, Suzana apresentou requerimentos para pavimentação asfáltica da Rua 5, que faz a ligação entre Jardim América e Vila Nova, além de trechos das Ruas 01 e 02 da Vila Nova, e para a melhoria da iluminação da Praça Alexandre Ferreira Neres, na Vila Nova.
Um momento especialmente comovente ocorreu quando a Câmara recebeu mães atípicas e a Associação ASPEDEO, representadas por Marilena de Araújo. Elas ressaltaram a necessidade de respeito ao transporte prioritário para pessoas com deficiência, a presença de profissionais capacitados no Centro Chico Milota e nas escolas, bem como o fim da lista de espera no Centro de Reabilitação. “A inclusão começa quando a sociedade escuta, respeita e age”, disse Marilena durante a ocasião.

Em depoimento realizado no plenário, Marilene de Araújo, presidente da Associação Aspedel (Ouvidor), destacou as dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência no município e a crescente demanda por atendimento no Centro Chico Milota, que abriga o centro de reabilitação. Ela descreveu a atual realidade: a Câmara funciona como órgão fiscalizador essencial para assegurar direitos à vida, à igualdade, à saúde e à educação. Segundo ela, o município atende hoje entre 60 e 70 crianças no centro, enquanto a fila de espera soma 82 pessoas apenas na área de fonoaudiologia, com números ainda maiores quando somadas as áreas de terapia ocupacional, psicologia e psicopedagogia. A representante enfatizou que a demanda cresce dia após dia e reforçou a importância da cobrança dos vereadores para que haja resposta eficaz da gestão pública.
“Eu preciso acreditar que aqui é justamente onde a fiscalização acontece. O que trazemos hoje é que isso não está sendo feito, mas esperamos que, com união entre famílias e poder público, possamos avançar”, concluiu uma das representantes, expressando a expectativa de melhorias concretas para as pessoas atendidas pelo Centro Chico Milota e pelos serviços de reabilitação no município.
Fotos: ASCOM / Câmara.
